CEP e CER para dispositivos médicos

A aprovação regulatória do seu dispositivo depende de CEP e CER completos!

Tenha apoio para avaliação clínica estruturada, em conformidade com a Anvisa e com mercados internacionais.

Essenciais para classes

III e IV na Anvisa!

A healthcare professional's office. A laptop displays test results.
Man holding a tablet. Wearing medical attire and in a hospital setting. Regulatory Affairs.
A Anvisa exige documentação clínica em diversos processos de registro!

Do planejamento ao relatório clínico, pronto para a submissão.

Para registrar seu dispositivo médico na Anvisa é preciso demonstrar segurança e desempenho clínico. O CEP (Plano de Avaliação Clínica) e o CER (Relatório de Avaliação Clínica) são documentos fundamentais nesse processo!

O CEP é o plano que define a estratégia de avaliação clínica do seu dispositivo médico, enquanto o CER é o relatório que reúne as evidências e demonstra que seu produto é seguro para o usuário.

Quem precisa do CEP e CER?

Alto risco:

produtos com contato invasivo ou crítico com o corpo humano, que demandam comprovação clínica robusta. 

Dispositivos em desenvolvimento:

produtos que precisam de uma estratégia clínica desde o início. 

Dispositivos importados:

tecnologias estrangeiras que necessitam de documentação clínica para aprovação na Anvisa.

Já registrados:

produtos aprovados que exigem atualização de relatórios clínicos. 

Com exigências técnicas:

equipamentos que receberam questionamentos da Anvisa. 

Seu dispositivo validado com CEP e CER consistentes.

A medical device is on a table. There are also medical documents.

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PERGUNTAS FREQUENTES

Não. Um CEP Anvisa ou CER depende da classe de risco e do tipo de contato do dispositivo. No entanto, produtos de médio e alto risco quase sempre exigem relatórios clínicos.

Sim. Literatura científica e relatórios existentes podem ser usados, desde que atendam aos requisitos da Anvisa. A Sobel avalia quais dados são aceitos e o que precisa ser complementado.

Nesses casos, é comum usar a equivalência com dispositivos similares ou propor estratégias adicionais, como vigilância pós-mercado. O CEP que desenvolvemos na Sobel define o caminho mais adequado.

Depende da complexidade do produto e da disponibilidade de dados clínicos. Na Sobel, disponibilizamos um cronograma de acordo com seu dispositivo, sendo possível visualizar as etapas do projeto e suas evoluções em tempo real.

Em parte, sim. Muitas vezes é preciso ajustar o formato e incluir dados específicos do mercado brasileiro para ter uma avaliação clínica Anvisa. A Sobel faz essa adaptação para você!

A insuficiência na avaliação clínica geralmente resulta em exigências técnicas que prolongam o processo de registro. Em casos graves, pode levar ao indeferimento. Trabalhando com a Sobel, minimizamos esse risco através de documentação robusta e cientificamente fundamentada, alinhada às expectativas da agência. 

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